Tecnologia

Quinta-feira, 31 de Outubro de 2019, 07:01

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Robozão

Acordo internacional facilita o fomento de inovação brasileira no exterior

Por: Assessoria de Imprensa Robozão/Lei Almeida

Foto: Paulo Guanaes

Robozão

 

A inovação é a força motriz do crescimento econômico, ainda mais em um mundo que migra para a sua quarta revolução industrial, a Indústria 4.0. Este movimento econômico tem como carro chefe a Internet das Coisas, Impressão 3D, Manufatura híbrida, Sistemas de simulação, Computação em nuvem, Sensores e atuadores, Big data, Sistemas de conexão entre máquinas, Infraestrutura de comunicação, Inteligência artificial e Robótica.

Para o pleno desenvolvimento dessas áreas, é necessária a união do poder público e da iniciativa privada para desburocratizar processos e investir pesado em pesquisa e desenvolvimento. Um passo importante neste caminho foi a adesão do Brasil ao Protocolo de Madri, tratado internacional ao qual o país aderiu no início de julho e estabelece as regras para o registro internacional de marcas, facilitando os trâmites burocráticos para as empresas dos atuais 105 países-membros patentearem suas marcas nos demais países signatários do protocolo.

Para o empreendedor Lei Almeida, esta aprovação é uma vitória para os empreendedores brasileiros. “Eu demorei cerca de 10 anos para patentear o Robozão apenas no Brasil. E como ele faz apresentações no exterior, contratei uma empresa especializada em registros de patentes para manter a exclusividade do projeto em outros países, num processo árduo realizado país a país”, explica o empresário. Seu Robozão já se apresentou ao lado de Will.I.am vocalista do Black Eyed Peas, no Carnaval de Salvador, e na tradicional Corrida dos Camelôs, na Arábia Saudita, e hoje é apresentador do Dancing With The Stars (Dança dos Famosos) da Itália.

Segundo o INPI, em cada país-membro, o exame do pedido de marcas seguirá as legislações nacionais, mas, a partir da entrada em vigor do protocolo, a solicitação precisa ser avaliada em até 18 meses. Este acordo estimula a expansão da atividade de empresas brasileiras no exterior, além de melhorar o ambiente de negócios no Brasil que hoje, segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) conta apenas com 2% de empresas que adotam as tecnologias da indústria 4.0.

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